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riscos_e_rabiscos

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Bypass Gástrico: Sim ou Não? - Um Testemunho Real

 

 

Lembram-se do meu dilema de há cerca de um ano atrás (descrito neste post), em que me foi proposto um bypass gástrico, o que me arrasou completamente?

 

Desde essa altura que venho recebendo comentários a esse post, essencialmente porque pensam que eu segui em frente com o processo. Mas não segui.

 

Esta semana recebi um testemunho real, de alguém que teve de se submeter a este tipo de cirurgia e que veio a confirmar os meus receios.

 

Aqui fica o testemunho, que foi muito importante para mim:

 

"Embora nunca tenha feito ou participado em nenhum blog, optei por participar neste,para partilhar uma experiencia.

Em Dezembro 2007 eu fiz um by_pass gastrico,porque tinha mesmo de ser devido a hernia no hiato e diversos prpblemas de estomago. Posso dizer, sim o resultdo foi fantastico, menos 47 kg num ano, mas nao é facil.
Se podesse escolher e resolver os meus problemas de saude de outra forma teria o feito. A minha cirurgia foi mais de 7 horas de bloco, a recuperação não é facil, os primeiros tres meses enjoas tudo e nao consegues comer nada(pelo menos comigo fo assim). Para além de que é muito dificil conciliares o teu cerebro com o tamanho do teu estomago.Ainda hoje, apos um ano e um mes, nao consigo fazer refeições completas, nunca mais consegui comer a quantidade que comia(o que nao é obrigatoriamente mau), mas o pior é realmente parecer um "piriquito" a comer( o convivio social tipicamente portugues, ou seja, á volta da mesa, não é facil de fazer). tenho uma amiga minha com obesidade morbida e que esta a pensar fazer algo para emagrecer, e como Amiga eu não a aconselho a fazer. é uma cirurgia demasiado restritiva e defenitiva, nao ha volta a dar. posso dizer que é muito agradavel receber elogios todos os dias mas.........nao e tudo.
para alem de que tenho que ser seguida com control medico rigoroso trimestralmente. tem algumas "contra indicações", nao podes descurar, neste momento e fazendo tudo direitinho, estou com anemia, e sofro do sindrome de dumping(devido a rapida assimilação). Com este meu texto nao quero desanimar nem desencorajar ninguem, so pretendo frizar que se realmente decidir optar por esta via, tenha consciencia que é daquelas decisoes que nao se pode voltar a tras.existe um site que eu consultei antes de fazer recomendado pelo meu medico, http://www.gastroobesocenter.com.br/goc_
institucional/index.htm
uma coisa aconselho a fazer tenha a certeza que o medico sabe e vai dar o acompanhamento devido.

Espero ter ajudado em algo, e nao ter assustado."

 
 

Que Caraças!

 

Se fosse terça-feira, eu diria que já tínhamos entrado no Carnaval. Antecipado, é certo, mas que já andava tudo sob influência do Entrudo. Parece que escolheram as quartas-feiras para fazer palhaçadas aqui à “me”. Na quarta-feira passada foi dia de palhaçada também!

 

***

Começámos logo bem o dia com uns valentes puxões de cabelos, fora a chuva. Calma, não é nada disso do que estão a pensar!

Fui apanhar a minha camioneta de sempre para ir para o colégio e tive como companheira traseira de bordo – soa estranho, não soa? – uma gaja qualquer que não a minha “velha” companheira velha-da-camioneta. Até aqui tudo natural… a velha-da-camioneta deixou o lugar vazio porque se baldou ao trabalho e outra açambarcou-se.

 

Não sei o que é que a energúmena da minha companheira traseira de bordo ia a fazer que se fartou de me puxar os cabelos o trajecto inteiro. Lá protegia eu o cabelo para lhe dar a “pista” que ela se estava a esticar mas a estúpida nem tchum! Puxou o quanto lhe apeteceu e - preparem-se! – nem desculpa me pediu!!!

Se eu não fosse uma gaja que não é de escândalos, se não estivesse a chover e se eu não fosse carregada que nem uma burra, ele veria o que era bom para a tosse!

 

Depois foi a vez do colégio. O meu 1º ano parecia que estava possuído por um qualquer espírito de galinha, pois foi difícil fazê-los calar. Até as “santinhas” de serviço estavam fora de controlo. Passei uma série de recados para casa.

A meio da aula, a luz foi-se abaixo. Eu até nem estranhei porque este fenómeno acontece várias vezes, principalmente às quartas-feiras, quando é necessário ligar vários aquecimentos. O pior é que hoje a luz nunca mais voltava. Lá foi o meu plano de aulas para o espaço! Que raiva! Tanto trabalho para nada!

 

Passou o tempo de aula e nada de luz. Chegou a hora da outra aula e nada de luz. Fui expor o caso ao director pois não se via nada dentro das salas e não havia condições de trabalho. Desatou-se a rir e disse para cantarmos e dançarmos. Humpf!

Peguei nos putos, fomos para a sala e adiantámos um trabalho de “arts & crafts” até que a escuridão nos permitisse. Quando decidi mandar os putos arrumar, não é que a luz voltou! Argh!!!

 

Terminado o meu período de aulas, fui apanhar a minha camionetazinha para vir para casa. Mal sabia eu que iria “secar” – secar à chuva, onde já se viu?! – mais de meia hora pela dita cuja. Se eu não tivesse mais nada para fazer, até se calhar era fixe. Ficar ali, sentada na paragem, a contar carros… Se calhar até funcionava como anti-stressante. Mas estava uma chuvinha fininnha irritante e começou a ficar um nevoeiro que não se via um palmo à frente do nariz!

 

Opá, há dias em que não se devia MESMO sair de casa! Argh!

 

 

Desafio Dos Sete Pecados Mortais

 

 

Fui desafiada pelas minhas amigas Bichana e Sorriso a fazer uma auto análise tendo por base, os sete pecados mortais...

 

As regras do desafio são:

 

 - Revelar a nossa relação com os pecados capitais;

 - Nomear outros oito blogs para responder ao desafio;

 

Ora vamos lá aos resultados…

 

Gula – Posso considerar-me uma pouco gulosa. Gosto de provar novas iguarias.

 

Avareza – Nada disso. Sou é tesa que nem um carapau! Os trocos estão todos contadinhos para pagar as despesas que tenho a meu encargo.

 

Inveja – Admito que tenho aquela #inveja” boa das pessoas que são um pouco de sapiência. De resto, não sou nada invejosa. Tenho mais que fazer do que perder tempo em invejar o que os outros têm. Bah!

 

Ira – Ah… de vez em quando salta-me a tampa sim. Como na 2ª feira em que as ordens do director do colégio foram ignoradas e eu fiquei mesmo “irada”. Argh!

 

Soberba/orgulho – Não reconheço nenhum destes predicados na minha pessoa. Reconheço, no entanto, que deveria ter mais uns “pózinhos” de orgulho. Sabem onde e adquire?

 

Luxúria – Hã?! Qué isto?! Não sei o significado da palavra. Ah, só se for alguém da família do Adolfo Luxúria canibal. Será?

 

Preguiça – Ai que coisa tão boa… é pena eu não ter muito tempo para estar de papo para o ar a espreguiçar-me à vontade. Vidas! Mas não sou preguiçosa. Trabalho que me farto e ainda sou mal paga!

 

E agora cá vão os nomeados… O pessoal da minha lista anda a encerrar as “lojas”, por isso…

 

Maison Thathys

O que é o jantar?

Os livros que ninguém quis dar a ler...

Perfeito Disparate

PEPITA

 

Atribulações Diárias.

 

Escrevo este post entre uma dentada numa fatia de pão com manteiga e um gole de café com leite. Sei que tenho andado desaparecida dos vossos blogs e do meu. Acho que já imaginaram porquê: trabalho a dobrar. Aos meus inimigos, digo apenas que não fui eliminada. Ainda aqui estou!

 

***

A minha semana tem sido algo atribulada. Começando no fim-de-semana com a estucha da Reunião de Condomínio com as já tradicionais baboseiras da Dona M. J., que apenas servem para atrapalhar e atrasar a reunião, passando pelo baile do Presidente Obama lol e continuado até hoje com uma aula sem sala.

 

Sabem aquelas pessoas que falam, falam mas não dizem nada? Cujo discurso é tipo “pescadinha de rabo na boca”? Pois a Dona M.J. é assim. Primeiro que ela diga que o céu é azul, tem de contar a história da formação do universo para chegar, finalmente, ao que quer dizer. Depois acrescenta mais uns pozinhos de conversa que não interessam para nada…

Escapei-me de ser novamente Administradora. Até porque nem era a minha vez…

 

Ando super cansada pois trabalho a dobrar e ter que preparar aulas para 7 turmas diferentes, é dose. O meu único consolo é que tenho 4 turmas cuja matéria é a mesma. Menos mal…

Mas para agravar as coisas, a fulana que estava antes no meu novo colégio, não devia “viver para a vida” como costumo dizer e sim para o computador.

A verdade é que ela fazia planificações muito bonitinhas e passava as aulinhas todas no PC com montes de floreados. Isto é revelador que ela se dedicava de corpo e alma à burocracia mas que, se calhar, o que era mais importante ficou um pouco de lado. Note-se que eu também sou de fazer muitas fichinhas e coisinhas giras para os miúdos ao PC, mas não é a minha prioridade.

Ao que me constou houve muitas queixas dos pais acerca dos métodos de ensino e do pouco trabalho desenvolvido.

 

Encontrei uma ex-aluna a quem dei aulas há cerca de 4 anos. A miúda tinha vindo do Brasil com uma mão à frente e outra atrás, apenas com a mãe e mais uma penca de irmãos. Eram tão pobres, tão pobres que eu e a directora muitas vezes lhes demos de comer ao lanche.

Ela reconheceu-me mas não me falou, apenas guinchou que eu tinha sido a professora de Inglês dela. Mas nem foi isto que me deixou triste… foi o facto de ver que uma miúda de boa índole estava acompanhada com corja da pior espécie e comecei a ver o filme todo. Enfim!

 

Ontem foi dia de piripaki. É claro que o stress, a falta de dormir e o cansaço tinham que se reflectir no meu organismo. Passei todo o dia com uma dor de cabeça terrível, quando sai da escola e o frio me atacou, então é que a coisa piorou bastante. Entrou-se-me um frio pelo corpo adentro que eu comecei a contar os segundos na ânsia de chegar a casa.  Afoguei-me em chá e banhos de aquecedor e no fim de jantar adormeci até hoje de manhã. Hoje já estava melhorzinha.

 

Tão não é que eu queria dar a minha última aula e não tinha sala?! Quer dizer, ter sala tinha, não tinha era chaves para lá entrar. Algum dos gajos-profes levou as chaves para casa e eu… tive de me aguentar à bronca. Corri o colégio de cima abaixo à procura das chaves pois nem a secretaria nem a senhora da limpeza tinham as chaves. Mas o pior é que os miúdos nem tinham material para trabalhar… Apropriei-me de outra sala e trabalhámos uma ficha que eu tinha para casos de emergência. Lá me safei!

 

 

Good News

 

 

 

Já repararam que há alguns dias que tenho estado caladinha, sugadita, apagadinha e outras coisas terminadas em –inha, como por exemplo, congeladinha.

 

Estranho? Ou talvez não, uma vez que tenho feito grandes momentos de silêncio. Por necessidades intrínsecas. Mas não agora.


***

 

A crise económica espraiou-se por tudo e mais alguma coisa que nos possa passar pela cabeça. Começam a surgir os controlos de custos e a serem descobertos financeiros. E quem é que sofre os efeitos colaterais? Os pequenos, os subalternos, os que precisam de trabalhar para comer. Ah e os professores, que são seres à parte. Ou seja, me, myself and I!

 

O meu colégio começou a fazer cortes orçamentais devido à crise e nós é que temos estado a pagar as favas. Assim sendo, Há duas semanas comecei a mandar CVs.

Assim que os receberam, comecei logo a ser contactada para entrevistas. Uns não foi possível aceitar por incompatibilidade de horário, outros ficaram com o meu contacto para preenchimento de eventuais faltas e entretanto, pela flexibilidade de horários, aceitei assumir um trabalho num centro de explicações da moda.*

Mas isto iria concretizar-se caso o meu destino não estivesse já traçado de maneira diferente.

 

A minha colega de música tinha-me dito que estavam a precisar de uma teacher para o colégio religioso onde ela trabalha. Disse-me para eu ir lá num determinado dia pois estavam a fazer entrevistas. Acabei por não ir porque nem sequer chegaria a tempo, uma vez que só poderia ir findado o meu período de leccionação de aulas. Nunca mais falámos nisso.

 

Recomeçaram as aulas e a minha colega volta a tocar no assunto. Afinal não tinham seleccionado ninguém pois os currículos e as pessoas não tinham agradado. Deu-me o contacto do colégio para eu falar com eles e eu assim fiz. Marcaram-me entrevista, fui lá, gostaram muito da minha experiência profissional e julgo que também de mim. Acabei por ficar.

 

O destino estava traçado: Deus queria-me ao seu serviço e reservou aquela vaga para mim. E eu… comecei hoje!

 

 

 

 

* é tão da moda que é um franchising… e podia pagar muuuuuito melhor…. Se não ficasse com 40%  para eles…

 

 

 

 

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